sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Adeus conceito antigo, gente que passou, incoveniencias que não tornarão a acontecer



Ultimamente eu tenho não só escrito como lido bastante sobre o mudar de vida, mas hoje quero falar sobre uma coisa que é difícil mudar, mas que é a mudança que julgo ser a mais importante. Esta é, a mudança de conceito sobre as pessoas.

Sabe como é, quando você é criança você tem certos pensamentos sobre algumas pessoas, mas quando se cresce esses pensamentos mudam (Ah, e como mudam). Na verdade acho que a gente que muda, ou a pessoa em questão deixa de ser tão admirável quanto antes.

Essa regra tende a aplicar-se a pessoas próximas. Sabe aquele seu primo que era seu espelho? Pois é, depois de um tempo ele vai ser só mais um da família. Sabe aquela professora que você idolatrava? Você agora percebe sua falta de argumento na hora das pequenas discussões em sala de aula. Sabe aquele seu amigo fiel, confidente? Quando você menos espera ele mostra não ser quem você sempre pensou que ele era.

Não quero dizer que ninguém presta, só afirmo que a gente se engana, a gente não consegue ver as falhas dos outros, ou às vezes a gente só não quer.

E então você se vê cercado de mudanças, de coisas estranhas acontecendo ao seu redor, e você percebe que todo mundo à sua volta já caiu na real. Você vê que todo mundo já sabe o defeito de todo mundo, e você ali, parado, esperando uma lâmpada acender sobre a sua cabeça trazendo todos os conceitos necessários sobre todas as pessoas que você conhece.

Quem me dera que funcionasse assim!

Da mesma forma é extremamente difícil aceitar que aquela pessoa que você odiava na pré-escola pode ser tornar seu melhor amigo. É difícil erguer a cabeça, esquecer o que se passou, coisa que nem importa mais, e seguir em frente.

Mas o pior de todos é aquela clássica facada pelas costas. A gente nunca está preparado pra levar uma dessas, mas é simplesmente inevitável!

Mudar o conceito à força é uma coisa realmente muito difícil! Sua cabeça diz pra você largar mão de tanta gente, mas seus sentimentos, suas raízes e suas memórias dizem pra você continuar do mesmo jeito, afinal, sempre foi assim, não é mesmo?

Agora, abrindo o jogo, confesso que nenhum dos exemplo foram hipotéticos. Na verdade foram tão próximos e reais que sinto como se estivesse escrevendo um diário. Na verdade acho que todos que estão lendo acham isso. Realmente, esse não é o meu propósito.

Primeiramente escrevo isso como uma memória que logo, logo passa, e que vou querer lembrar no dia em que a poeira baixar. Mas, principalmente, escrevo isso porque tenho certeza absoluta que alguém está passando por isso. Acredite, tudo isso é normal. Difícil de aceitar, claro, mas completamente normal. Acho que é isso que torna tudo mais assustador.

Nenhum comentário:

Postar um comentário